Se você faz parte daquele grupo de pessoas que não consegue resistir a um doce, saiba que além de engordar e aumentar as celulites, o açúcar também pode causar rugas. Tudo bem que essa é uma notícia que ninguém gostaria de escutar, mas, que tal fazer desse mais um motivo para se livrar de vez dessa tentação?
Por isso, é tão importante que você cuide da alimentação, tanto para ficar ainda mais bonita, quanto para manter a sua saúde em dia. Atualmente, depois dos radicais livres, do estresse oxidativo e dos raios UV, o novo alvo contra o envelhecimento é a glicação (processo de ligação entre uma molécula de glicose maléfica com uma proteína saudável).
"A glicose ocorre quando uma molécula de açúcar em excesso, seja pelo aumento da ingestão ou pela lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina, dentre outras) formando os AGEs, que são um complexo açúcar-proteína rígido que altera a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas", explica a médica.
Os AGEs ainda são verdadeiras fábricas de radicais livres. Eles se acumulam lentamente ao longo do tempo, piorando seus efeitos prejudiciais no organismo e deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Para combatê-los e evitá-los, existe uma fórmula tríplice: dieta, suplementos e produtos tópicos. "Nos laboratórios farmacêuticos está ocorrendo uma revolução para descobrir "limpadores" de AGEs e produtos que impeçam sua formação", revela a Dra. Marcella Delcourt.
Ainda, segundo ela: "No mercado já existem alguns produtos eficazes à base de carnosina, ácido alfalipóico, extrato de mirtilo e laranja associados ao proxylane, peptídeos associados a vitamina E, silício, FN3RK (enzima capaz de reverter as fibras de colágenos alteradas), ativo vegetal derivado de uma árvore originária da Indonésia e até de uma fruta vietnamita. Algumas substâncias, como o ácido alfalipóico, o silício e proxylane já são encontrados em produtos ou disponíveis para manipulação no Brasil".
Quer mais um motivo para não comer açúcar? Ele causa rugas!
Fonte: Sua Dieta
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Pliometria: Introdução
O termo pliometria refere-se a exercícios específicos que envolvam o ciclo alongamento-encurtamento (CAE), isto é, um rápido alongamento da musculatura seguido de uma rápida ação concêntrica. Durante o CAE é acumulada energia-elástica na musculatura utilizada durante a fase concêntrica do movimento (1).
Um simples teste de salto pode mostrar a importância do CAE no aumento do desempenho. Primeiro, com as mãos na cintura, agache até uma posição de aproximadamente 90º da articulação do joelho. Segure nesta posição durante 3 segundos e então o máximo que puder ("squat jump"). Depois execute o salto de forma livre, flexionando e estendendo o quadril dinamicamente, com as mãos na cintura ("counter-movimento jump"). Pesquisas apontam que 20-30% da diferença de altura entre os dois saltos se deve a energia-elástica acumulada durante o CAE (2). Sendo assim atletas que participam de modalidades que dependam da execução de força-rápida como basquete, vôlei, tênis, atletismo podem se beneficiar da pliometria.
A pliometria pode ser executada tanto nos membros superiores quanto inferiores. Tradicionalmente a pliometria tem sido associada aos saltos em profundidade (SP), porém todos os tipos de saltos e lançamentos (desde que executados em velocidade) ativam o CAE, podendo ser utilizados como forma de treino do mesmo.
Os exercícios pliométricos podem ser divididos em: saltos no lugar, saltos em progressão, saltos em profundidade e exercícios para os membros superiores. A intensidade pode ser modificada através de altura do salto, tipo de salto e altura de queda (no SP). Dentro destas quatro categorias existe uma variedade de exercícios que podem ser utilizados com os atletas. É importante frisar que a pliometria não deve ser usada para se "entrar em forma", fazendo-se necessário uma fase adaptativa de força antes de adicioná-la ao programa de treinamento, principalmente para a realização de movimentos mais avançados como os SP.
Para obter sucesso com a pliometria no programa de treinamento é necessário fazer algumas considerações. Primeiro, a escolha dos exercícios deve refletir as demandas específicas da modalidade esportiva (princípio da especifidade). Segundo, a técnica de execução é extremamente importante, devendo o atleta aprender o padrão correto do movimento antes de treiná-lo.
Um típico ciclo de pliometria pode variar de oito a dez semanas, realizando duas sessões semanais. A integração do treino pliométrico com o treino de força é fundamental, por exemplo, executar a plimetria antes do treino de força evitando assim o estado de fadiga.
Referências:
(1) Fundamentos do treinamento de força muscular. Artmed.(2000)
(2) European J. App. Physiol. 56:138-143 (1887)
(3) Treinamento Esportivo - http://www.treinamentoesportivo.com/
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Corrida: Exercício não prejudica articulações
Caiu por terra o mito de que a corrida pode ser prejudicial às articulações. Se você é uma daquelas pessoas que usava esta desculpa para não tentar este tipo de atividade, pode ir tratando de arrumar outra, pois exercícios como este não causam a osteoartrite, segundo a publicação Journal of Anatomy.
O problema causado pela degeneração da cartilagem articular, na verdade, pode ser controlado através do exercício físico.
Além disso, correr traz milhares de benefícios, já que ajuda na perda de peso e, com isso, evita a obesidade, que por vir a sacrificar as juntas e articulações de todo o corpo.
Quem sofre deste mal não pode fazer atividades de impacto quando está na crise, mas deve fazer atividades mais leves até poder voltar a correr, diz o fisioterapeuta Fabio Fajardo.
"A pessoa que tem osteoartrite não pode correr enquanto estiver sentido dor. Ela precisa fazer, primeiro, uma preparação física para fortalecer a musculatura, para depois poder praticar a corrida. O ideal é começar com a caminhada." Explica.
O especialista esclarece ainda que correr não causa a doença: "A corrida não é a causadora da osteoartrite. Na verdade, todo mundo, ao envelhecer, vai sofrer com o desgaste das articulações. Contudo, não é a pratica desta atividade que vai determinar quem vai ter e quem não vai ter problemas como este. Isso no caso dos praticantes amadores. Os atletas de alto impacto é que, por terem um desgaste maior, estão mais propensos a este mal".
Fonte: Sua Dieta
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| © Martinan ? Fotolia.com |
Além disso, correr traz milhares de benefícios, já que ajuda na perda de peso e, com isso, evita a obesidade, que por vir a sacrificar as juntas e articulações de todo o corpo.
Quem sofre deste mal não pode fazer atividades de impacto quando está na crise, mas deve fazer atividades mais leves até poder voltar a correr, diz o fisioterapeuta Fabio Fajardo.
"A pessoa que tem osteoartrite não pode correr enquanto estiver sentido dor. Ela precisa fazer, primeiro, uma preparação física para fortalecer a musculatura, para depois poder praticar a corrida. O ideal é começar com a caminhada." Explica.
O especialista esclarece ainda que correr não causa a doença: "A corrida não é a causadora da osteoartrite. Na verdade, todo mundo, ao envelhecer, vai sofrer com o desgaste das articulações. Contudo, não é a pratica desta atividade que vai determinar quem vai ter e quem não vai ter problemas como este. Isso no caso dos praticantes amadores. Os atletas de alto impacto é que, por terem um desgaste maior, estão mais propensos a este mal".
Fonte: Sua Dieta
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Como evitar a cãibra após a atividade física
Muito comuns durante e depois de atividades físicas, as cãibras têm o pode de tirar qualquer pessoa do sério. Essas contrações involuntárias dolorosas que duram apenas alguns minutos atingem, principalmente, os músculos das pernas e dos pés. Esta contração está, muitas vezes, associadas à fadiga muscular, desidratação, consumo inadequado de carboidratos e a ausência do alongamento.
Para evitar o aparecimento desagradável das cãibras, é preciso seguir algumas orientações simples e práticas. São elas:
Alongamento: um músculo aquecido e alongado possui um risco bem menor de sofrer contrações involuntárias;
Malhe sem exageros: o excesso de atividade física pode causar a contração involuntária e violenta das cãibras. Pratique exercícios com a ajuda de um profissional.
Hidratação: beba água antes, durante e depois da atividade física. A desidratação é comum durante a malhação. Dependendo do tipo de exercício, a perda de água pode ser grande e pode causar desequilíbrio nos fluidos corporais. Esse desequilíbrio pode gerar cãibra;
Alimentação equilibrada: inclua no cardápio alimentos ricos em cálcio (semente de gergelim e queijo branco), magnésio (castanhas e vegetais folhosos verde-escuros) e potássio (banana, banana-passa, água de coco e arroz integral).
Quando a cãibra dá o ar da graça, não entre em pânico! Segundo especialistas, o mais recomendável é massagear suavemente o músculo atingido. Não tente alongar o corpo e o músculo afetado. Essa atitude pode gerar lesões graves.
Fonte: Sua Dieta
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Para evitar o aparecimento desagradável das cãibras, é preciso seguir algumas orientações simples e práticas. São elas:
Alongamento: um músculo aquecido e alongado possui um risco bem menor de sofrer contrações involuntárias;
Malhe sem exageros: o excesso de atividade física pode causar a contração involuntária e violenta das cãibras. Pratique exercícios com a ajuda de um profissional.
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| © T.Tulic - Fotolia.com |
Alimentação equilibrada: inclua no cardápio alimentos ricos em cálcio (semente de gergelim e queijo branco), magnésio (castanhas e vegetais folhosos verde-escuros) e potássio (banana, banana-passa, água de coco e arroz integral).
Quando a cãibra dá o ar da graça, não entre em pânico! Segundo especialistas, o mais recomendável é massagear suavemente o músculo atingido. Não tente alongar o corpo e o músculo afetado. Essa atitude pode gerar lesões graves.
Fonte: Sua Dieta
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quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O poder medicinal do abacaxi
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| Foto: AFP / Getty Images |
Uma das frutas mais tradicionais na mesa dos brasileiros é capaz de fazer verdadeiros milagres quando se trata da nossa saúde. O abacaxi é uma daquelas opções baratas e versáteis que pode e deve marcar presença na nossa lista de compras semanal. Além de ajudar no emagrecimento, o abacaxi é um aliado para reduzir o colesterol, evitar gripes e resfriados e, ainda, atua como antioxidante.
O poder medicinal do abacaxi
Reduz o colesterol – Possui fibras solúveis que atuam diretamente no sangue, evitando a aglomeração de gordura no organismo.
Receita – No liquidificador, bata 4oo ml de água, 1 xícara de chá de acerola, 2 rodelas de abacaxi e suco de 1 limão. Coe e tome 1 copo 2 vezes ao dia.
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| © Africa Studio ? Fotolia.com |
Evita gripes e resfriados – O abacaxi é rico em vitamina C, que reforça a defesa do organismo imunizando-o contra diversas doenças, como a gripe e o resfriado.
Receita – No liquidificador, bata 2 rodelas de abacaxi, 2 folhas de hortelã e ½ litro de água. Tome 1 copo, 2 vezes ao dia, após as refeições.
Antioxidante – A vitamina A, presente em grande quantidade na fruta, age como antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce e até alguns tipos de câncer.
Receita – No liquidificador, bata 2 rodelas de abacaxi, 1 folha de couve lavada, ½ maça sem casca e sem semente e 200 ml de água. Coe e tome a qualquer hora do dia.
Fonte: Sua Dieta
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sábado, 12 de outubro de 2013
Marcos Enício - Showreel 2013
Olá galera, venho a vocês para apresentar o vídeo Showreel 2013 do atleta Marcos Enício. Nesse vídeo vocês vão ver cenas filmadas durante os meses de Janeiro-Setembro de 2013.
Obrigado pelo suporte!
Facebook | Marcos Enício: facebook.com/MarcosEnicioTV
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Dieta rica em proteína ajuda a ganhar músculos e emagrecer mais rápido, mas exige cautela
Já é de domínio público que para conquistar um corpo mais firme e forte
à receita é priorizar carnes, ovos, leite e derivados, entre outros alimentos
ricos em proteína e com baixo teor de gordura. Isso porque o macronutriente
repara as fissuras causadas nos músculos com o levantamento de peso na
ginástica. “Mas não adianta seguir a
dieta sem fazer musculação. É preciso combinar os dois para ter resultados
significativos a partir de 20 dias”, diz a nutricionista Fernanda Machado
Soares, do Rio de Janeiro.
Outra fama do regime hiperproteico é a de colaborar para a rápida perda
de peso e redução de medidas, com resultados visíveis já na primeira semana.
Não é à toa, já que com o incremento da proteína e, consequentemente, a
escassez do carboidrato, o corpo passa a usar a gordura como fonte de energia,
o que leva à diminuição do tecido adiposo. “Além disso, a proteína sacia mais
depressa e por mais tempo, exige o dobro de calorias para ser digerida em
comparação ao carboidrato e não retém tanta água como ele, o que ajuda a
reduzir medidas”, completa o endocrinologista Tércio Rocha, do Rio de Janeiro.
Para tirar a prova, pesquisadores dinamarqueses submeteram 65 voluntários
a dietas com diferentes porções de proteína. Os que comeram maior quantidade de
macronutriente emagreceram mais e perderam o dobro de gordura localizada na
barriga. Uma das hipóteses é que a alimentação hiperproteica ajuda a controlar
os níveis de cortisol, mais conhecido como hormônio do stress, que faz a
adiposidade se acumular na região abdominal. Outro estudo feito na Universidade
Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, constatou que as pessoas que
caprichavam na proteína queimavam o dobro de calorias horas depois das
refeições do que os que davam preferência ao carboidrato.
É preciso tomar alguns cuidados
Para quem quer adotar o regime, a nutricionista Fernanda sugere que,
durante a semana, 33% das calorias consumidas no dia venham das proteínas e, no
sábado e domingo, 19% - na prática, em uma dieta de mais ou menos 1,5 mil
calorias diárias, 495 delas devem ser proteína, o que equivale a um pote de
iogurte desnatado, uma lata de atum light, um hambúrguer de peru e duas fatias
de rosbife.
O que comer
Estes são alguns dos alimentos permitidos na dieta hiperproteica:
- Aves, especialmente peito de frango e asa sem pele, que têm menos
gordura – Carnes suína e bovina de corte magro, como lombo, pernil, lagarto e
patinho – Frios magros como blanquet de peru – Leite e derivados com baixo teor
de gordura, como leite desnatado, ricota e cottage – Frutos do mar – Legumes
com baixo índice glicêmico, entre eles abobrinha, berinjela, brócolis, chuchu,
pepino, nabo e quiabo – Ovo, especialmente a clara – Peixes, inclusive
enlatados, como atuma e sardinha, de preferência tirando o óleo usado na
conserva – Verduras em geral.
As proteínas devem estar presentes em todas as refeições, sendo que os
itens mais leves, como cream cheese, peixe e peito de peru, devem ser
reservados para o jantar, quando a digestão é mais lenta. “Dessa forma, a
pessoa não enjoa nem fura a dieta, além de manter o prazer à mesa sem perder os
benefícios conquistados no corpo”, justifica a especialista.
Esse plano, segundo o médico Tércio Rocha, traz resultados mais rápidos
para quem tem uma alimentação farta em carboidrato, ou seja, mais de 60% do que
consome é em forma de pães, massas e derivados da farinha. “É importante deixar
claro que a dieta da proteína também elimina muita água, por isso não se engane
achando que os quilos perdidos foram apenas de gordura”, esclarece ele.
“Vale lembrar que a dieta hiperproteica deve ser seguida por, no
máximo, um mês, para não ter efeitos colaterais, como cansaço, mau hálito,
urina escura e com forte odor, e posteriormente, formação de cálculos renais e
aumento do colesterol”, alerta Fernanda, que contraindica o programa para
hipertensos, cardiopatas, diabéticos e pessoas com problemas circulatórios ou
renais.
Shâmia Salem - Colaboração para o UOL
Fonte:
http://estilo.uol.com.br/ultnot/2009/10/28/ult3617u7523.jhtmViu algum erro ou gostaria de adicionar uma sugestão para atualizarmos esta matéria? u3training@gmail.com
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